Além da Imaginação Real

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Relatos do Além #24: Premonição!


Olá me chamo Fátima, sou da zona norte de São Paulo, o que vou contar aqui aconteceu a mais de 20 anos, quando meu pai faleceu.
Pouco tempo antes do meu pai falecer, eu sempre sentia ou via alguém perto de mim, mas não sabia o que era.
Até que certo dia fui a minha vizinha, que é espirita, para procurar saber o que era essa presença que eu sentia. E para a minha surpresa, soube que era a minha avó materna.
Então alguns dias depois, quando entrei no banheiro, antes de dormir, vi a minha avó nitidamente, confesso que não fiquei com medo, perguntei em pensamento o que ela queria, nesse momento ela desapareceu do nada. Uma semana depois o meu pai veio a falecer, acredito que ela veio do além para me avisar o que aconteceria com meu pai. Nunca me esqueço daquele dia, esse fato foi realmente algo além da imaginação.

Relato enviado por: Fátima!


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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Matérias do Além: Periferia da Zona Leste, São Paulo - 1983!


Uma família entrou em contato com Zangari a fim de esclarecer a respeito de eventos peculiares que ocorriam em sua residência. Assim, o pesquisador esteve presente durante uma semana inteira no local a fim de verificar o que estaria realmente acontecendo. Segundo testemunhas,"Objetos sumiam para aparecer posteriormente do lado de fora da casa, vultos escuros eram vistos, brisas geladas eram percebidas em determinados pontos da residência e colchões, móveis e roupas eram queimados sem que ninguém tivesse colocado fogo neles. Tudo acontecia às vistas dos moradores da casa (pai, mãe e três filhos) sem que ninguém fizesse o menor movimento. A família, que era espírita, acreditava que tudo fosse causado pela ação de espíritos desencarnados, que agiam por intermédio do filho mais velho, então com 12 anos de idade. Apesar da explicação religiosa encontrada pela família, aceitaram que um pesquisador acompanhasse o caso." Ocorrências foram diretamente observadas pelo pesquisador. A primeira e mais impressionante aconteceu enquanto a família oferecia um lanche à Zangari na cozinha da casa e conversavam a respeito do caso.

Até aquele momento, o pesquisador não observara nenhum evento poltergeist e preparava-se para deixar o local. Então, de repente, a tampa do bule de alumínio que estava sobre a mesa começou a girar violentamente, deu um salto, bateu no teto e voltou à mesa. Todos ficaram atônitos. Nenhuma fraude foi detectada, o que não significa que todos os eventos narrados anteriormente fossem genuínos. “Os fenômenos pareciam estar relacionados ao filho de 12 anos. O garoto dizia ser capaz de se comunicar com os vultos que, segundo ele, faziam exigências absurdas: mudar de casa, trocar de carro, deixar o garoto ficar em casa em vez de ir à escola... As exigências eram atendidas, pois a família temia a represália dos espíritos. O pesquisador verificou que aparentemente os fenômenos eram utilizados inconscientemente pelo menino como forma de livrar-se de obrigações e também para satisfazer seus desejos e dominar a família.

Sendo então estudante de Psicologia, o pesquisador iniciou uma orientação familiar com a finalidade de discutir e redefinir os papéis familiares. À medida que o relacionamento familiar foi recuperando o equilíbrio, os fenômenos foram escasseando até cessarem.” A família preferiu, então retornar ao acompanhamento espírita ao qual recorrera no início do caso e perderam o contato com o pesquisador.

Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Relatos do Além #23 : A Despedida!



Espero que gostem, minha mãe é uma mulher muito verdadeira, acredito que isso tenha mesmo acontecido.
Na época, minha mãe morava sozinha com meus dois irmãos pequenos em uma casa de dois cômodos. Um dia ela ficou muito doente e deixou meus dois irmãos dormindo no berço.
E foi se deitar para ver se a febre passava, de repente ela ouviu sua avó cantando na cozinha.
A avó dela dizia que tudo ficaria bem , que agora ela iria cuidar da minha mãe e das 
crianças.
(lembrando que minha mãe estava em São Paulo e minha bisavó na Bahia)
Logo depois minha mãe ouviu uma cadeira ser arrastada e a avó dela cantando, dizendo que ia ficar ali com ela. 
Minha mãe se levantou correu até  a cozinha, mas não havia nada. Ela voltou para o quarto para tentar dormir novamente, quando a vizinha chamou dizendo que tinha uma ligação da Bahia, mandaram avisar que sua avó havia falecido.



Relato enviado por: 
Cristiane Santiago!



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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Matérias Do Além: 5 Coisas Macabras Encontradas Em Casas Abandonadas!

Visitar uma casa abandonada não é algo que traga uma sensação muito boa. Quem nunca teve medo daquela construção sombria e fantasmagórica no fim da rua? 

01- Tabuleiro Ouija:


Muitas pessoas são movidas pela curiosidade de mexer com os espíritos e todos os mistérios que existem sobre esse assunto. O tabuleiro da foto foi encontrado em uma casa abandonada. O que leva a acreditar que existem pessoas corajosas o suficiente para não apenas jogar com o tabuleiro, mas fazer isso em uma casa abandonada.


02- Restos Humanos:



Quando Jeffrey e Jeanette Navin foram dados como desaparecidos, em agosto de 2015, seus amigos e parentes pensaram no pior. Principalmente depois que o caminhão da família foi encontrado abandonado ao lado de uma estrada, quatro dias depois do desaparecimento. As buscas não haviam produzido nenhum resultado até que restos humanos foram encontrados em uma casa de Weston, que estava abandonada há uma década. Esses restos mortais foram testados, e o DNA bateu com o do casal desaparecido, concluindo as mortes.
O único suspeito do crime era o filho do casal, Kyle Navin, que mais tarde foi culpado pelo assassinato.

03-  Restos mortais de uma desaparecida:


Se um local abandonado é para muitas pessoas um pesadelo, para outras é um lugar perfeito para cometer crimes. Jazmine Trotter, uma garota de 20 anos de idade, aprendeu da pior maneira possível que não se deve entrar em um lugar abandonado por conta própria, apenas por curiosidade.Quando a garota desapareceu, em 24 de março de 2013, sua família imediatamente tentou encontrá-la por conta própria. Traçando sua rota e repetindo os caminhos que ela costumava fazer para chegar em casa, eles chegaram à casa abandonada. O corpo de Trotter foi encontrado dentro da casa, colocando um fim na busca. O assassino, Jerome Ogletree, foi preso posteriormente, quando a polícia encontrou evidências de DNA.



04- Salas Secretas:


Em 2013, dois amigos decidiram entrar em uma construção abandonada na Escócia, o lugar não havia sido aberto desde o século 19, o que eles encontraram lá foi pelo menos estranho.Os dois amigos encontraram escadarias em espiral, que levavam para uma sala secreta. Centenas de utensílios estranhos e bizarros foram encontrados no caminho, e na sala havia uma pequena cama, sem nenhuma janela para a rua.


05- Múmia encontrada por uma criança de 12 anos:


Uma criança de Ohio, nos Estados Unidos, estava curiosa por uma casa abandonada em sua vizinhança. Movido pela vontade de saber o que havia lá dentro, ele decidiu agir. Sua curiosidade fez com que ele arrumasse uma forma de entrar na residência e “seguir seu nariz”. Um pouco depois, ele fez uma descoberta nada agradável: um cadáver mumificado, pendurado.
Depois de investigações por parte das autoridades, ficou registrado que o dono da casa, Edward Brunton, se suicidou na residência havia cinco anos. A razão por trás do bom estado de conservação do corpo era a ausência de luz do sol e baixa umidade.


Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Contos do Além: Beco Sem Saída!


Com um rangido de freios, o trem, locomotiva e dois vagões, parou pouco antes do fim dos trilhos. Pois que haviam chegado ao fim da linha: mais à frente, em meio à neve, viam-se apenas alguns dormentes arrancados e trilhos retorcidos. Alguém se dera ao trabalho de inviabilizar qualquer possibilidade de prosseguir por aquele caminho, o que, por si só já era um péssimo sinal. Mas, mesmo que a via férrea não houvesse sido sabotada, dificilmente teriam ido muito longe: o diesel também estava no fim.

O maquinista desceu da locomotiva e caminhou até pouco depois do ponto onde o caminho fora obstruído. O ajudante juntou-se a ele pouco depois. Ficaram ambos olhando para o descampado coberto de neve, que caía silenciosa e continuamente do céu cinzento.

- Vai falar com eles? - Indagou o ajudante em voz baixa.

- Não há outra alternativa... - respondeu o maquinista. - Os que não puderem andar, ficarão para trás.

- Se ficarem para trás, vão morrer - sussurrou o ajudante. - Ninguém virá buscá-los!

- Ninguém virá nos ajudar se ficarmos aqui, você sabe. Pelo menos, não vamos vê-los morrer.

- Mas o que vamos dizer?

- A verdade. Que vamos em busca de socorro, mas que não há nenhuma garantia de que ele exista.

O ajudante cruzou os braços, tanto pelo frio quanto pela repulsa que as palavras do maquinista lhe provocavam. Por fim, perguntou:

- O que há, lá para frente?

- Esta linha ia até a costa. Devemos estar ainda à uns 10 ou 15 km de distância dela. Há uma ou duas estações desativadas no percurso, não sei o que foi feito delas...

- E se conseguirmos chegar à costa?

- Talvez consigamos achar um barco... mantimentos. Talvez até um caminhão com gasolina... aí poderíamos voltar e buscar os que ficarem.

O ajudante sabia que o maquinista estava mentindo, mas fez um gesto de concordância

- Está bem. Quais deles seguirão conosco?

O maquinista chutou uma pedra.

- Todos os que estiverem em condições de caminhar até a costa. Quando a comida acabar... e ela vai acabar... precisaremos ter uma reserva de carne à mão.

E bateu no bolso do casaco, onde levava sua inseparável pistola 45.

Conto enviado por: Alex Raymundo!


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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Contos do Além: Túnel Para o Necrotério!


Eu sempre evitei passar por aquele lugar, mas hoje não tinha como fugir.
Que lugar? O Túnel que liga o Hospital das Clinicas com o IML do outro lado do hospital. Mas há muito tempo ele foi desativado, por culpa de alguns acontecimentos que ocorreu lá.
E aqui estou eu, às 3 horas da madrugada com esse cadáver e sem nenhuma equipe de apoio, ou seja, o único jeito é ter que usar o túnel.
Empurrando a maca pelo corredor deserto vou em direção ao único elevador que dá acesso ao túnel. Depois de ajeitar a maca dentro do elevador, a porta fecha e o arrepio toma conta do meu corpo. É um equipamento antigo e velho, a ferrugem já toma conta de toda extensão do metal, o cheiro de coisa pobre é evidente, e resquícios de sangue seco por toda parte mostra que o elevador já fora bastante usado. Diante aos 103 m que vou ter que enfrentar, minhas pernas tremem enquanto os barulhos infernais das correntes velhas do elevador se movimentam.
Depois de uma demorada descida as portas do elevador se abrem fazendo eco pelo corredor escuro, e nesse exato momento eu penso em voltar para o hospital e esperar por alguém, porém meu profissionalismo sempre fala mais alto e eu retomo o pouco de coragem que me restou e sigo em frente.
A cada passo que eu dou, pelo barulho que faz, é como se tivesse andando de salto em um piso de mármore, vou empurrando a maca devagar quando ouço um som estridente que quase me faz perder o controle das pernas…
Ufa, é só o elevador fechando as portas.
Com as pernas ainda tremendo continuo empurrando a maca o mais rápido possível, e sempre observando o túnel escuro e sujo, a tinta já descascada, buracos e manchas nas paredes, mas o que mais me incomodava era uma som crescente de alguém respirando como se estivesse cansado, a cada passo que eu dava meu coração batia mais alto e o som da respiração ficava mais alto. Eu já não conseguia me mexer quando uma enfermeira entrou no meu campo de visão, o alivio que eu senti foi tão grande que eu quase gritei de alegria, pelo menos tenho companhia nesse lugar, bom, pelo menos uma companhia viva.
Eu fui de encontro com a enfermeira e perguntei:
– Nossa você quer me matar é?
Ela me olhou assustada e foi logo dizendo:
– Não, jamais faria isso, só achei que iria querer uma companhia até o IML.
Eu já mais relaxada puxei assunto com ela e fomos andando, esqueci até que estava nesse lugar horrendo.
Logo chegamos ao portão do IML e eu disse que iria voltar de ambulância pro hospital, a enfermeira, cujo nome é Luíza, disse que iria voltar pelo túnel mesmo e já virou e foi indo, fiquei um tempo lá parada pensando na coragem dela e logo segui para o necrotério. Entreguei o corpo e assinei os papeis e falei para o legista já bem velho que estava de plantão:
– Nossa eu estava vindo pra cá sozinha pelo túnel, se não fosse pela Luíza eu teria voltado para o hospital e desistido de trazer o corpo hoje.
O legista com um olhar confuso e amedrontado me perguntou:
– Quem é Luíza?!
– Uma enfermeira que eu encontrei no começo do túnel e me acompanhou até aqui, ela só não entrou porque disse que iria voltar pelo túnel mesmo.
O legista ficou me olhando com cara de quem estava procurando alguma piada, e depois falou:
– Ela não entrou porque ela está morta, existiu uma enfermeira chamada Luíza há muitos anos, mas ela foi assassinada pelo chefe dela, que logo após abandonou o corpo no túnel.

Conto enviado por : Adriana Ferreira!


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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Relatos do Além #22: O Aviso de um Vulto!


Meu nome é Ismael moro em Camaragibe recife, o que vou contar aqui é a mais pura verdade. 
Eu trabalho em uma marcenaria onde aprende-se as fazer novos móveis.
Um dia que meu patrão estava com muito serviço para entrega no escritório, e ele me pediu para eu ir para casa descansar, pois aquele dia iriamos trabalhar até tarde da noite. 
Quando foi a noite arrumamos as coisas, chegando para descarregar os móveis, percebemos que estava faltando um móvel, meu chefe disse que iria buscar, eu e o filho dele ficamos esperando.
Eu disse ao filho do meu chefe, que iria adiantar as coisas, porque queria terminar o serviço logo.
Fui pendurar o móvel, quando eu percebi uma sombra atrás de mim, quando ela se aproximou meu corpo se arrepiou. A sombra se aproximava cada vez mais, quando eu olhei para trás, ela estava vindo me pegar,com medo eu gritei, o menino que estava lá, veio correndo então aquela sombra desapareceu no vidro.
Eu sai correndo e cheguei na outra parte da porta de vidro, aquela sombra estava lá novamente, ela mandou eu tomar cuidado porque onde estávamos era um lugar muito perigoso. 
Quando o menino chegou e me viu assustado, perguntou o que tinha acontecido, então eu contei mas ele não acreditou.

Relato enviado por: Ismael Anacleto

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