Além da Imaginação Real

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Matéria do além:

5 LENDAS DE TERROR americanas!



Embora a maioria das pessoas não gostem de passar medo, os filmes e histórias de terror costumam fazer o maior sucesso pelo mundo. 
No entanto, quando a situação é real, a coisa muda de figura.
Pode tomar conta das pessoas, privá-las de suas reações instintivas de defesa ou fuga e assim por diante. É por isso que avisamos logo que nenhuma dessas histórias, que listamos abaixo, são realmente verdadeiras. Elas fazem parte de lendas urbanas.



1. Candle Cove, o teatro do terror.


A história que você vai conhecer agora se trata sobre um teatro de bonecos para crianças, chamado Candle Cove que foi apresentado na década de 70. O enredo tratava sobre uma garotinha que imaginava ter inúmeros amigos piratas com quem brincar.



Acontece que algo deu extremamente errado e o show parece ter sido interrompido. As crianças que assistiam à peça começaram a gritar compulsivamente e até mesmo os adultos que estavam no lugar, disseram que haviam presenciado algo obscuro e bastante perturbador.

Isso porque, conforme os relatos dos presentes, um dos personagens, o mais esquelético, considerado o principal vilão da história, mostrou uma reação totalmente demoníaca. 

Sua boca, que consistia em apenas o maxilar preso ao crânio, começou a deslizar para trás e para frente, abrindo e fechando compulsivamente.

Uma garotinha que estava assistindo ao teatro, sem entender, perguntou ao boneco porque ele estava fazendo aquilo. Foi então que algo muito errado aconteceu. O boneco ignorou a menina e respondeu olhando diretamente para a câmera: "Para arrancar sua pele!".



2. Rake, a criatura misteriosa.


Em 2003 no nordeste dos Estados Unidos, houve um incidente envolvendo uma criatura aparentemente humana, que atraiu muita atenção da mídia local. Depois que a história veio à tona a maioria dos documentos online e escritos foram misteriosamente destruídos. Mas os boatos sobre a criatura não sessaram  e muitos ainda disseram ter visto um ser bizarro durante a noite, nas casas daquela região.



O problema foi tão sério, que especialistas de várias áreas do conhecimento começaram a estudar as pistas do tal humanoide , em 2006 acabaram fazendo uma descoberta terrível. Conforme dezenas de documentos que encontraram, pessoas relatavam encontros medonhos com o tal ser, mencionado nos escritos como "Rake".

Dentre todos os relatos, a história mais chocante foi a de uma mulher, que relatou ter acordado no meio da noite, como havia despertado seu marido também, pediu desculpas por ter se virado com tanta força na cama. Acontece, no entanto, que ao se virar, o homem praticamente congelou e imediatamente arrastou sua mulher para o chão. Isso porque, ao pé da cama do casal, sentado de costas, estava a tal criatura.

Não houve tempo de fugir ou reagir ao ataque do Rack, que arranhou o rosto do homem em um gesto rápido. Assustado, o casal correu para o quarto da filha, que já estava completamente mutilada e dando os últimos suspiros. As últimas palavras da garota foram: "Ele é o Rake".





3. Para onde vão as crianças más?



Essa lenda  conta sobre um fotógrafo libanês que decidiu investigar sobre uma velha série, que ele costumava assistir quando era criança, durante a Guerra do Líbano.
Ele se lembrava que durante a meia hora de duração dos capítulos, as imagens pareciam táticas de intimidação, para manter as crianças da época sobre controle e evitar que se comportassem mal, uma vez que os episódios giravam em torno do que acontecia, às crianças que ficavam acordadas até tarde ou de castigo.
Mas a cena mais impactante, na opinião do fotógrafo, a que ele mais se recordava , era uma imagem que fechava cada episódio da série. Isso porque se tratava de um enquadramento que ia se fechando e se aproximando de uma porta de ferro, velha e enferrujada, de onde podiam ser ouvidos os gritos de lamento de várias crianças. Assim na medida que o zoom se aproximava da porta, mais alto ficava os gritos, até que uma legenda, em árabe, aparecia dizendo: "É onde as crianças más vão parar".


Depois de meses de investigação, o libanês finalmente conseguiu rastrear o velho estúdio onde a série que marcou sua infância foi gravada. Embora o lugar parecesse abandonado há muitos anos, a porta enferrujada que ele se lembrava estava lá, em um dos cantos do estúdio.


O fotógrafo então se aproximou e descobriu que atrás daquela porta que ele pensava ser fictícia, havia uma quarto coberto com vestígios de sangue, fezes e com ossos espalhados por todos os cantos. O que mais o assustou, entretanto, foi um microfone, que pendia do telhado do quarto, e ficava suspendo no meio da sala.




4. O buraco da fechadura.

Um viajante de passagem por uma cidade do interior, precisou encontrar um hotel para se hospedar, já que ficaria por alguns dias. Ele então deu entrada no primeiro estabelecimento que viu e foi logo pedindo as chaves de seu quarto.

A moça da recepção, no entanto, explicou que a porta sem número, vizinha à suíte onde o viajante ficaria era usada para estocar mantimentos e que ficava fechada dia e noite. Ela pediu para que ele não fosse até lá, nem tentasse abrir a porta, já que que o hotel determinava que nenhum hóspede poderia adentrar aquele lugar. Sem mais perguntas, o homem foi direto para seu quarto.

Na segunda noite em que passou ali, no entanto, o viajante não aguentou de curiosidade. Ele foi até a porta, então tentou abri-la. Mas, como a recepcionista havia alertado, o quarto estava realmente trancado. Ele então, resolveu espiar dentro do quarto, pelo buraco da fechadura.

Sem entender porque tanto suspense, ele viu apenas uma quarto comum, bem parecido com o seu, onde uma mulher muito pálida estava recostada na parede, bem em frente à porta. Confuso o viajante voltou a dormir.

Na noite seguinte, o homem decidiu olhar pelo buraco da fechadura mais uma vez. Dessa vez, no entanto, ele não conseguiu ver nada, a não ser uma mancha extremamente vermelha. Ele achou que a mulher, ao notar estar sendo espiada, tivesse colocado um pano vetando o buraco da fechadura.

Sem aguentar de curiosidade, o viajante foi até a recepção conversar com a mulher que o havia recebido no primeiro dia. Quando ouviu os relatos do homem, a recepcionista ficou assustada e disse a ele que contaria toda a história. Segundo ela, anos atrás, um homem havia assassinado sua esposa naquele quarto e seu fantasma nunca mais saiu dali. Aliás, tudo que contam sobre o espírito da moça assassinada é que se mostra muito pálido e com os olhos injetados de sangue, tão vermelho quanto jamais imaginado!


5. Jeff, o matador.

No dia em que se mudou para o novo bairro, Jeff um menino aparentemente comum, foi convidado para a festa de aniversário de seu vizinho. Enquanto ele e seu irmão se encaminhavam para onde estava acontecendo a comemoração, eles acabaram sendo atacados por um grupo de adolescentes parados em um ponto de ônibus.

Para defender seu irmão, Jeff revidou os ataques e deixou os garotos, muito mais velhos que ele, jogados no meio da rua, com os pulsos quebrados e profundos ferimentos de faca. Foi depois desse episódio, que o menino descobriu que sentia prazer em causar dor nas pessoas. Ele já desconfiava disso, mas até aquele momento nunca havia surgido uma oportunidade para provar a sensação que estava sentindo.

Certa noite, a mãe de Jeff acordou com os ruídos de alguém chorando. Quando chegou a banheiro, a mulher se deparou com o filho fazendo em si mesmo um corte profundo, de lado a lado da boca, como um sorriso permanente. Ele também havia conseguido cortar suas pálpebras, de modo que nunca mais pudesse dormir.

Vendo o garoto daquele forma, a mãe de Jeff achou que ele tinha ficado louco e saiu correndo, para acordar seu marido. Ela parou na porta do quarto no entanto, quando percebeu que Jeff estava lá, com aquela cara horrível, segurando uma faca. A última coisa que a mulher ouviu foi seu filho dizendo: "Mãe, você mentiu!".

Liu, o irmão de Jeff, tinha acordado no meio da noite e ouvido os sons abafados do quarto dos pais. Depois de alguns instantes, não conseguiu ouvir mais nada, simplesmente tentou dormir novamente. Mas o garoto não conseguia se livrar da sensação de estar sendo observado. E foi assim, antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, uma mão lhe tapou a boca e ele sentiu uma lâmina enfiando em seu estômago.

Liu tentou escapar do aperto das mãos, mas já era tarde demais. "Shiiiiiiiii, basta ir dormir", disse Jeff. Depois desse dia, o garoto nunca mais foi visto, mas diz a lenda que ele está por aí, sempre à espreita de sua próxima vítima.


Pesquisa e Adaptação por: Milena Zorek!


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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Contos do Além: O Quarto do Hotel!


Um homem chegou a um hotel e foi falar com a recepcionista.

- Por favor, quero um quarto.

A recepcionista respondeu:

- O seu quarto é o 666, no sexto andar. Somente um aviso, por gentileza não entre no quarto 665.

O homem curioso então perguntou:

-Porque?

A recepcionista então lhe respondeu:

- A algum tempo atrás uma mulher se suicidou, e o gerente não quer que ninguém entre nesse quarto. Bom aqui está sua chave, tenha uma boa noite.

O homem pegou a chave e disse e subiu para o terceiro andar. Chegando em frente ao quarto 665. Ele pensou consigo mesmo

'' Que bobagem, com certeza deve ser lenda do hotel''.

Mas algo estava lhe deixando curioso com aquele quarto, mas deixou de lado e foi para seu quarto dormir. No dia seguinte ao voltar para o hotel, o homem foi até a porta do quarto 665.
Então ele tentou espiar pelo buraco da fechadura, logo sem acreditar no que estava vendo aproximou mais seu olho e viu uma mulher de branco, com longos cabelos negros e seu rosto virado para a janela. Na manha seguinte quando ele estava indo embora, passou novamente em frente ao quarto 665, então deu mais uma espiada pelo buraco da fechadura, e viu tudo vermelho. Logo o homem pensou:

''Com certeza, ela deve ter me notado e colocado um pano.''

Já no saguão do hotel, o homem foi conversar com o gerente para saber o que realmente havia ocorrido naquele quarto. O gerente então explicou ao homem, que havia um casal hospedado la e que o marido tinha assassinado a sua esposa. E desde então a mulher continua naquele local.

O homem ainda desconfiado, perguntou ao gerente:

-Mas como ela era? O senhor se lembra?

E o gerente respondeu:

- Ela tinha longos cabelos negros, era branca e seus olhos eram completamente vermelhos.

O homem então agradeceu a estadia para o gerente e seguiu seu caminho, e nunca mais retornou aquele hotel.

Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Encontro com o povo das sombras! Fui visitado por um ser negro e encapuzado!


Tudo começou com um amigo da minha namorada, contando a ela que uma certa noite em seu quarto havia visto uma silhueta negra, ele ignorou e a silhueta desapareceu, então ele dormiu.
No dia seguinte, ele contou o que havia acontecido a minha namorada, que ficou assustada, mas não levou muito a sério a história.
Alguns dias depois, a minha namorada viu quase que exatamente como seu amigo, uma silhueta em seu quarto, que depois de um tempo também sumiu (Eu não sei se influencia em alguma coisa, mas a avó dela sempre diz a ela que vê espíritos em casa).
No dia seguinte, ela me contou o que havia acontecido, e estranhamente, alguns dias depois, eu recebi uma visita em meu quarto enquanto dormia, mas a minha foi muito diferente.
Eu estava dormindo e subitamente acordei, como se tivesse caído na cama.
Eu não conseguia me mover, somente os meus olhos, comecei a ficar nervoso (obs: minha cama é de costas pra janela, de modo que eu não consiga ver a janela)
Quando olhei para cima, tentando enxergar inutilmente a janela, eu vi um ser completamente negro, com um capuz também negro, fazendo sombra sobre seu rosto, de modo que eu não conseguia ver seu rosto. 
Era uma criatura completamente escura, ela me observava enquanto eu olhava assustado pra ela, sem poder me mover, comecei a ficar aflito. Tentei desesperadamente me libertar.
Nesse momento eu simplesmente senti que ele estava rindo, pois como eu não conseguia ver nada. Voltei minha atenção a me libertar, e enquanto eu consegui mexer uma mão, eu senti ele se afastando em direção a janela, e com uma voz gutural e assustadora, ele me disse algo com uma voz horripilante ele me disse:

-Eu sou o monstro que vive atrás de você!

Nesse momento eu realmente me assustei, finalmente após uns cinco segundos, eu consegui me mexer e sai literalmente correndo da cama. Não havia mais criatura alguma no quarto. Fui para o quarto dos meus pais, que não ligaram para o que eu disse, falaram que era apenas um pesadelo, mas eu estava acordado, completamente acordado! Eu senti a força que fiz, senti meus músculos cansados após tamanho esforço. Não tenho dúvida alguma de que eu estava acordado. Aquilo realmente me assustou, e muito.

A pergunta que é feita por muitos é : “Qual é o seu propósito?”

Uma coisa é certa, as personalidades e intenções de pessoas de sombra são muito variadas,.
Enquanto um número de testemunhas que os avistaram acreditam que as "Criaturas Sombra" agem como guardiões benevolentes assistindo e guiando-nos, há outras testemunhas que não tem dúvidas do potencial maligno que eles possuem.

Pesquisa e Adaptação por: Milena Zorek!


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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Matérias do Além: A  Lenda Dos Caixões Assombrados De Barbados!


Como todos sabemos, os caixões são objetos que não se movem por aí sozinhos, especialmente se eles forem feitos de chumbo e se já estiverem encerrados em suas “moradas” definitivas.
Isso se não estivermos falando das mortalhas da família Chase, que desde o começo do século 19, se tornaram uma lenda em Barbados nas Antilhas.
Segundo a lenda a família Chase era de origem inglesa e chefiada por Thomas, um homem detestável conhecido pela comunidade por sua crueldade. Thomas tinha duas filhas, uma adolescente e uma bebezinha, ele comprou uma cripta na paróquia local de Oistins, região de Christ Church, que já era ocupada pelo cadáver de outra pessoa, uma mulher chamada Sra.Goddard que havia sido enterrada ali em 1807.
Em 1808 a filha mais nova de Thomas, Mary Ann foi a primeira integrante da família Chase a ocupar a cripta, em 1812 foi a vez de Dorcas a filha mais velha de Thomas, dizem que ela faleceu de inanição, como vingança pela crueldade do pai.





Nasce a lenda!

Um mês após a morte de Dorcas, Thomas também bateu as botas e quando abriram a cripta para enterrar o homem, os caixões das duas filhas, que eram feitos de chumbo, se encontravam virados de forma estranha. As pessoas que acompanhavam o funeral pensaram que a bagunça se tratava de um ato de vandalismo, então foram reorganizados e a cripta lacrada com uma enorme pedra de mármore.
Quatro anos mais tarde, a catacumba foi reaberta para receber o corpo de Samuel Brewster Arnes, um parente dos Chase e mais uma vez os caixões dos integrantes da família foram encontrados desordenados. Além de fora do lugar, o caixão de Thomas estava de cabeça para baixo na posição vertical e encostado em uma das paredes, enquanto que a mortalha da Sra. Goddard, feita de madeira, era a única que continuava intacta.
Dois meses depois, a cripta foi reaberta para o enterro de mais um parente, outro Samuel Brewster e os caixões foram encontrados bagunçados novamente. Só quando o último ocupante (uma mulher chamada Thomasina Clark) foi colocado ali em 1819, é que as autoridades resolveram intervir, espalhando areia pela cripta, para flagrar possíveis pegadas, lacrando a entrada e aplicando selos oficiais.




Passado um ano, depois que a lenda sobre os caixões já havia se espalhado, o próprio governador de Barbados ordenou a abertura da cripta.  O local continuava lacrado e os selos intactos, no entanto, a entrada teve que ser forçada porque uma das mortalhas se encontrava contra a porta! A areia espalhada pelo chão não delatava qualquer pegada e desta vez, o caixão da Sra. Goddard se encontrava destruído.

A população ficou apavorada, e os caixões acabaram sendo removidos da cripta e enterrados separadamente em outros lugares. Na época, circulou o rumor de que os ataúdes eram movidos pelo espírito da Sra. Goddard, estaria descontente de ter sua morada final invadida por estranhos ou ainda de que a pobre mulher seria uma vampira.
Outra teoria para explicar o caso dos caixões se baseava em possíveis fenômenos naturais, como a ocorrência de enchentes e até tremores de terra. Tanto uma teoria como a outra foi descartada por cientistas ao longo da história, pois além de Barbados não estar situado em uma região de atividade sísmica, o solo no local onde a catacumba se encontra é poroso o suficiente para prevenir inundações.

Pesquisa e Adaptação por: Milena Zorek!


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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Relatos do Além #27: Terror no Cemitério!


Minha falecida avó morava no interior do Maranhão, sua casa fica praticamente em frente ao cemitério da cidadezinha, onde nunca se viu nada de estranho, até aquele dia.
Para que todos compreendam melhor a história, vou entrar mais a fundo em alguns detalhes.
A casa fica em frente a BR-135 na saída da cidade, não tem portão na frente, apenas uma varanda e os vizinhos em sua maior parte são parentes.
A BR-135 é uma rodovia que liga o meio norte do Brasil (Maranhão) e termina em Belo Horizonte (Minas Gerais).
Estavam sentados na porta da casa de minha avó, alguns vizinho que conversavam tranquilamente, de repente ouviu-se gritos vindos do cemitério.
Era o coveiro, que além dos gritos saiu correndo desesperadamente para o meio da BR, atravessou a estrada e caiu na porta da minha avó.
A pessoas que ali estavam, o socorreram rapidamente com um copo de água e abanos.
Depois que ele se acalmou, contou o que havia acontecido, quando ele estava limpando em volta das lápides com seu facão, tirando todo o mato que estava cobrindo as sepulturas, sentiu vontade de fumar um cigarrinho de palha.
Sentou- se em cima de um dos túmulos e colocou o facão ao seu lado, fez o cigarro e fumou, descansou um pouquinho e quando procurou o facão com a mão, disse que o mesmo não estava mais ao seu lado, e quando ele se virou, viu um homem e uma mulher bem sujos e com as roupas bem velhas e rasgadas, foi quando ele reparou que seu facão estava na mão da mulher.
Ele olhou espantado e ela sorriu para ele, disse que a boca dela estava podre, os dentes todos pretos e quebrados, o cheiro que exalava era muito forte, como cheiro de carniça.
Por isso ele havia gritado e saído correndo de dentro do cemitério.
Meu tio e outros homens resolveram voltar lá com o pobre coveiro que não queria de maneira alguma voltar, mas necessitava para buscar seus pertences.
Logo na entrada, tinha um mausoléu aqueles que parecem uma casinha, meu tio conta que ele era todo fechado e que havia duas janelas.
Quando o coveiro aproximou-se do mausoléu começou a gritar, quando se preparou para correr os homens seguraram ele e pediram para que ele se acalma-se e conta-se o que estava acontecendo.
Foi quando ele começou a gritar dizendo que a mulher que ele havia visto estava olhando para ele da janela da sepultura, ela estava sorrindo para ele.
O coveiro então perguntou se eles não estavam sentido um cheiro de podre, um deles olhou para dentro da janelinha e não viu absolutamente nada.
Eles pegaram as coisas do coveiro e saíram de lá rapidamente, o pobre coveiro depois de 12 anos de serviço demitiu-se. Até que um mês depois, ao tentar atravessar a BR-135 um carro o atropelou e ele veio a falecer.

Seria  a morte tentando lhe avisar que sua hora estava próxima?  Nunca saberemos mas até hoje essa história ainda é contada pelos moradores daquela região.

Relato enviado por: Samira Freitas!


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sexta-feira, 29 de setembro de 2017


Relatos do Além #26: A Visita De Um Anjo!


Olá me chamo Adriana Santos, o relato que venho contar aqui aconteceu comigo alguns dias atras.
Eu acredito muito em anjos, pois já tive algumas experiências.
Certa vez ouvi um relato de uma mulher que havia recebido dois anjos em forma humana na sua casa, eu achei a história muito fantasiosa para ser verdade e duvidei.

Passado algum tempo eu estava sozinha em casa, atarefada com os afazeres de casa e preocupada que logo minha mãe chegaria do trabalho até que por volta das 18:00 horas ouvi uma criança chamar no portão, fiquei intrigada me perguntando " o que essa criança está fazendo não rua a essas horas", quando fui ver era uma menininha loirinha de olhos azuis, parecia uma boneca, lembro que a primeira coisa que pensei foi: "que criança bonita, parece um anjo", ela estava com alguns maços de coentro na mão e disse que estava vendendo para poder comprar leite para sua irmãzinha, eu não tinha dinheiro naquele momento, mas lembrei na hora daquela mulher que recebeu os anjos, na mesma hora a convidei para entrar dei um copo de suco e perguntei se ela estava com fome, ela disse que sim e ficou sentada na lavanderia que ficava na entrada da casa, lembrei que tinha uma caixa de leite na cozinha e falei para ela esperar que iria pegar, uma caixinha de leite para ela levar para a irmã, a caixa ficava perto da porta eu apenas me virei para pegar, quando voltei para olhar ela havia desaparecido, desci a viela onde moro correndo para entregar o leite para a menina, tanto a viela quanto a rua é muito extensa e reta daria para vê-la descendo ou subindo, meu pai estava chegando bem na hora e perguntei se ele havia visto uma criança descer correndo e ele disse que não, naquele momento entendi que havia recebido a visita de um anjo.

Relato enviado por: Adriana Santos!




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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Encontro com o Povo das Sombras!


Perseguindo as sombras!

Eu já passei por várias situações envolvendo o sobrenatural e o inexplicável com o passar dos anos. E cheguei a conclusão de que as nossas mentes nos protegem do desconhecido. Nós bloqueamos memórias que não queremos aceitar na hora, mas anos depois elas reaparecem em nossa cabeça. Incrivelmente isso que eu vou relatar voltou para mim depois que eu li sobre uma experiência de outra pessoa com sombras. Então aqui está algo que aconteceu comigo a quase 20 anos atrás. Eu tinha 9 anos, e passava o dia inteiro dentro de casa. Nessa época da minha vida, eu tinha sérios problemas para conseguir dormir à noite, principalmente por que os meus pais apagavam todas as luzes da casa.

Ficava tudo um breu, com muita pouca luz vindo da rua. Eu me lembro de acordar no meio da noite ouvindo alguns sons estranhos, mas bem distantes. Eu achava que era só a minha imaginação, já que o meu irmão mais novo, que dividia o quarto comigo, parecia não ouvir nada. Mas eu ainda tinha a impressão de que tinha algo ali, parado nas sombras, me observando.


As semanas passavam e todas as noites eu acordava, ouvindo algum tipo de som, ou com uma sensação de frio, ou as vezes, algum pesadelo estranho me acordava. Eu nunca falei nada para os meus pais, já que eles nunca acreditavam em nada relacionado ao sobrenatural. Então eu tentei vários métodos para lidar com aquilo: ver TV até tarde, colocar o travesseiro sobre a cabeça, passar o dia todo fazendo alguma atividade física para estar completamente exausto durante a noite e não acordar. Mas nada disso adiantava. Praticamente todas as noites eu acordava e com o tempo eu acabei aprendendo a me adaptar à situação.

Se eu podia evitar os garotos mais velhos no colégio que sempre queriam brigar com os mais novos, eu podia evitar o que quer que fosse que rondava a minha casa a noite. Então eu decidi que não seria mais intimidado no meu próprio quarto e usaria a melhor arma que eles tinham para isso, a escuridão. Então eu acordava entre 00:00 e 02:00 da manhã e procurava por todos os lugares que tinha para me esconder. Depois de algumas noites, já tinha toda a área mapeada na minha cabeça. Eu sabia de todos os lugares para se esconder.


Então em uma noite eu me sentei em um canto para observar. E eles vieram, fiquei surpreso, mas não com medo (o que é estranho para um garoto de 9 anos que tem medo do escuro). Eu mal podia ver as formas das sombras, elas não eram muito grandes, mas ainda assim eram impressionantes. Algumas delas pareciam ter a forma de um cachorro, outras pareciam com lagartos, e outras não tinham forma nenhuma, apenas sombras vivas se movimentando. Não eram muitas, 5 no máximo, mas estavam todas andando pela casa. Eu fiquei naquele canto por mais de uma hora, até que eles foram embora.

Na noite seguinte eu decidi revidar, onde eu consegui a coragem para isso, eu não sei. Quando a noite chegou e as luzes foram apagadas, eu fiquei escondido de novo até eles chegarem. Quando eu os vi, decidi fazer algo que a maioria das pessoas não fazem, resolvi enfrentá-los. Então eu me movimentei pela escuridão até ficar atrás de um deles e simplesmente falei "Vocês poderiam sair da minha casa?" Estranhamente a sombra se virou, como se estivesse me encarando. Ela ficou maior e se espalhou pelo chão, mas tudo o que eu consegui falar foi "Grande coisa, agora saia". Depois disso elas foram embora. Isso se repetiu por mais algumas noites, até que toda aquela atividade pareceu parar.

Cerca de uma semana depois eu acordei as 02:00 da manhã e senti uma vontade incontrolável de sair da minha cama e me esconder em algum canto, o que eu fiz o mais rápido possível. Então eu vi "ele", quem quer que ele seja. Ele tinha forma humana, mas completamente escuro, como as outras sombras. A única coisa que eu conseguia perceber é que ele estava com um chapéu, fora isso não dava para notar mais nada. Ele andou até o pé da minha cama e se abaixou, procurando por mim. De novo eu não senti medo, imaginei que ele fosse embora assim como os outros, então eu falei em uma voz alta e cheia de determinação "Saia de perto da minha cama!" Ele se virou e simplesmente desapareceu.


Na noite seguinte eu acordei novamente com a mesma sensação, eu sai correndo da minha cama, mas dessa vez decidi me esconder debaixo da mesa da cozinha, já que com a porta aberta eu tinha uma visão perfeita do meu quarto. O homem sombra apareceu, primeiro ele foi olhar no canto onde eu tinha me escondido na noite anterior, depois foi me procurar em minha cama. Dessa vez eu decidi bancar o caçador, sai do meu esconderijo e me sentei na porta do meu quarto, com as pernas e o braços cruzados. Então eu soltei um riso baixo e esperei ele se virar. Ele desapareceu de novo, mas eu sentia a presença dele ainda, então eu falei "Pare de tentar, esse é o meu quarto. Você nunca pode me encontrar aqui, mas eu posso te achar. Saia e não volte mais, eu não tenho medo de você." Acredito que ele saiu logo depois que eu falei isso. Depois dessa noite, eu nunca mais senti nada de novo, eu não tive mais problemas para dormir. 


Mas como eu disse, com os anos eu acabei me esquecendo disso tudo. Nunca contei nada para ninguém, não senti mais medo do escuro. Eu acho que as vezes coragem é a melhor arma nessas situações.

Pesquisa e Adaptação por: Milena Zorek!


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