Além da Imaginação Real

Além da Imaginação Real

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Roteiro de viagens do Além! #1

Todos os dias e anos em cada canto do mundo, o turismo de horror vem aumentando. Agências oferecem passeios em locais onde aconteceram homicídios, prisões oferecendo pacotes em que o hospede é tratado como um presidiário e visitas em casas mal assombradas. 
Porque as pessoas querem tanto visitar lugares que muitas vezes são marcados pelo sofrimento?
Os motivos são vários, desde aprender com os erros do passado como também apenas pela simples curiosidade, estudiosos querendo investigar esses fenômenos paranormais e etc.
Seja qual for seu interesse, tenha uma boa viagem.


O Castelo do Drácula!

Localizado na comuna de Bran, próximo das fronteiras com a Transilvânia e a Valáquia, o edifício foi construído no século 14, sobre uma colina a 760 m de altitude, o castelo possui 57 quartos, um pátio e diversas passagens subterrâneas. Segundo relatos locais Vlad 3° teria visitado a residência várias vezes, mas não há indícios de que tenha morado no local.
De qualquer forma o castelo tinha uma ligação com ele,porque ali ficava um importante centro de coleta de impostos de seu governo.
Exitem indícios de que em 1462, quando Vlad 3° foi derrotado pelo rei húngaro Mathias Corvino, o príncipe tenha sido mantido em cativeiro em um dos cômodos do castelo.
A construção oponente foi habitada por nobres húngaros e romenos, e também cavaleiros teutônicos.


Chegou a ser a residência oficial da família real entre 1920 e 1948. Ainda hoje mantém o clima dos filmes de vampiros. Localizado em um lugar frio e úmido, em meio a moradores que ainda hoje acreditam na existência de seres monstruosos, que se disfarçam de humanos e se alimentam de sangue.
Em Torcsvár, é quase palpável a presença de Vlad 3°, o rei que mandava torturar e empalar súditos e inimigos, reza a lenda que depois ele bebia o sangue de suas vítimas.
Atualmente o castelo funciona como um museu de artes medievais, onde chega a ter até 450 mil visitantes todos os anos.

Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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terça-feira, 17 de maio de 2016

Os 7 mistérios sobrenaturais jamais resolvidos!
4° PARTE

A cada geração surgem novos medos, coisas do Além que acabam virando lendas urbanas e mistérios indecifráveis. Nessa nova série do blog Relatos do Além vamos apresentar as 7 histórias mais macabras e interessantes sem resolução aparente.



4- O Mothman (“Homem Mariposa”)

“Mothman” é o nome dado a uma estranha criatura relatada nas áreas de Charleston e Point Pleasant, West Virginia, entre Novembro de 1966 e Dezembro de 1967. Antes e depois destas datas há relatos apenas esporádicos de avistamento, com alguns tendo sido recentemente, em 2007.
A maior parte das testemunhas oculares descrevem o Mothman como uma criatura com asas, do tamanho de um homem, com grandes e brilhantes olhos vermelhos. Freqüentemente aparece como não tendo cabeça, com seus olhos situados no peito. Um número de hipóteses já foram apresentadas para explicar os relatos das testemunhas oculares, indo desde o erro na identificação e coincidência ao fenômeno paranormal e teorias de conspirações.

O Mothman foi identificado pela primeira vez em 1926, por um menino. No mesmo período, três homens que estavam cavando uma cova, em um cemitério ali perto, viram uma figura humana marrom com asas, levantando vôo detrás das árvores. Ambos os incidentes foram reportados separadamente um do outro. Já ocorreram um grande número de avistamentos do Mothman apesar de que não existe nenhuma fotografia da criatura.



Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Matérias do Além: Qual a origem da superstição em relação à sexta-feira 13


Não há modelo estatístico ou estudo que comprove que sextas-feiras 13 são mais azaradas que qualquer outro dia do mês!

A crença popular sugere que a sexta-feira 13 é um dia a se temer. De acordo com a superstição, trata-se de um dia em que o azar corre solto. No caso da maioria das pessoas, a crendice não passa de motivo de piada e talvez desperte algum receio ocasional.
Para certas pessoas, no entanto, a sexta-feira 13 é coisa séria. Há inclusive uma fobia específica que caracteriza o pavor absoluto de sextas-feiras 13: é a chamada: parascavedecatriafobia.
O medo da sexta-feira 13 é uma ideia presente em várias culturas - e explorado pela cultura pop, como no filme “Sexta-feira 13”, que tem o vilão assassino Jason como protagonista, e que se tornou um ícone do cinema.
Uma tradição no Estado de Ohio, nos EUA, lista 13 coisas que jamais devem ser feitas em uma sexta-feira 13. Entre elas, estão espirrar, varrer a casa, cortar as unhas, viajar e até rir.
Antes de 1913, os dois símbolos de azar não tinham aparecido juntos
A origem da superstição, na verdade, tem a ver com a união de dois símbolos considerados azarados - a sexta-feira e o número 13. A primeira referência que conecta os dois é de 1913, de acordo com o Oxford University Press Dictionary of Superstitions. Trata-se de um anúncio feito por um sacerdote que oferece casar de graça qualquer casal disposto a unir-se em matrimônio em uma data tão cheia de presságios ruins.
Antes disso, a sexta-feira e o número 13 eram ambos considerados símbolos de azar, mas nunca tinham aparecidos juntos, como uma espécie de combo da má-sorte.
O receio com o 13 tem provável origem em uma fábula da mitologia nórdica. Na história, 12 deuses nórdicos foram interrompidos pelo 13º convidado, o deus Loki, enquanto faziam um banquete.
Durante o jantar, Loki convenceu o deus Hod, filho de Odin e deus do inverno, a matar seu irmão Balder, deus do verão. A partir daí, o número 13 teria ficado marcado como sinal de azar. Mas como ele tem carga parecida em outras culturas, é difícil saber com certeza o que veio antes - o conto ou a crença. No Cristianismo, o traidor Judas é o 13º convidado a chegar à Santa Ceia.
O número 13 também tem a pecha de azarado porque é aquele que vem logo em seguida do 12, considerado o número “perfeito”.  Essa crença provavelmente tem conexão com a existência de 12 meses em um ano, os 12 signos do zodíaco, os 12 trabalhos de Hércules, as 12 tribos de Israel, 12 apóstolos e 12 deuses nórdicos e do Olimpo.
Já a sexta-feira ganhou o estigma porque os primeiros registros da crucificação de Cristo dizem que ela aconteceu em uma sexta. Nos Estados Unidos, no fim do século 19, todas as execuções eram feitas na sexta-feira - e isso provavelmente juntou as duas superstições. O resultado é que sexta tornou-se um dia azarado e pronto.
A crença, é claro, não tem correlação com a realidade. Não há nenhum estudo ou modelo estatístico que demonstrem que mais coisas ruins acontecem em sextas-feiras 13 do que nos outros dias.

Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Contos do Além: Uma breve Despedida!


“Na quarta-feira, 17 de outubro, 1879, eu tinha recebido uma carta muito alegre de meu amigo, anunciando que o seu filho havia nascido, e que que tudo estava progredindo satisfatoriamente. Na  noite de quarta-feira seguinte, 22 de outubro, retirei-me para a cama por volta das dez horas. Minha esposa, os filhos, e duas empregadas estavam dormindo no andar de cima, e eu tinha uma pequena cama no meu escritório, que estava no térreo. A casa estava envolta em trevas, e os únicos sons que quebravam o silêncio era o tique-taque do relógio da sala.
“Eu estava me preparando silenciosamente para ir dormir, quando para minha surpresa ouvi com a mais inquestionável certeza, o som de passos suaves e apressados, que sugeriam exatamente passos de uma jovem dama, vindo da porta da sala e atravessando o corredor. Os passos seguiram, com alguma hesitação, à porta do escritório, e ao chegar lá,  parou. Então eu ouvi o som de uma mãozinha agitada, mas suave, aparentemente procurando a maçaneta da porta.
Eu tinha achado que era minha esposa que tinha descido e queria falar comigo, eu sentei na cama, e chamei-a pelo nome, perguntando qual era o problema. Como não houve resposta, e os sons cessaram, eu risquei um fósforo, acendi uma vela, e abri a porta. Não escutei nada nem vi ninguém. Subi as escadas, encontrei todas as portas fechadas e todos adormecidos.
Extremamente perplexo, voltei para a saleta e fui para a cama, deixando a vela acesa. Imediatamente tudo recomeçou, mas dessa vez a maçaneta da porta foi aberta pela mão invisível, e abrindo a porta parcialmente, desistiu de entrar. Procurei novamente pela pessoa, com resultados igualmente fúteis. O relógio bateu onze horas, e então todos os distúrbios cessaram.
“Na manhã de sexta-feira eu recebi uma carta informando que a esposa do meu amigo havia morrido à meia-noite da quarta-feira anterior. Viajei para Adere para falar com o meu amigo.  Eu vou terminar a estória com um item de nossa conversa. Ele me disse que sua esposa piorou rapidamente na quarta-feira, até quando a noite chegou, e ela tornou-se delirante. Ela falava de forma incoerente, como se lembrando de cenas e lugares, uma vez familiares. “Ela pensou que estava em sua casa”, disse ele, e aparentemente conversando com você, e ela costumava manter o silêncio em intervalos como se estivesse ouvindo as suas respostas.
Perguntei-lhe se ele poderia lembrar da hora em que a conversa imaginária ocorreu. Ele respondeu que, curiosamente, ele poderia dizer com precisão, pois ele olhou para seu relógio, e notei que era entre dez e meia e onze horas – o horário exato das manifestações misteriosas ouvidas por mim.”

Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Os 7 mistérios sobrenaturais jamais resolvidos!
3° PARTE

A cada geração surgem novos medos, coisas do Além que acabam virando lendas urbanas e mistérios indecifráveis. Nessa nova série do blog Relatos do Além vamos apresentar as 7 histórias mais macabras e interessantes sem resolução aparente.


3- As gêmeas Pollock


A morte das duas irmãs Joanna e Jacqueline Pollock que faleceram num acidente de carro, foi uma grande tristeza para sua família , perder duas filhas de uma só vez foi difícil tanto pela mãe quanto pelo pai das meninas, mas a vida continuou.Um ano após a morte de Joana e Jacqueline, a mãe das meninas ficou gravida novamente e deu a luz as  gêmeas onde foram nomeadas Jennifer e Gellian.
Jennifer, nasceu com uma estranha marca de nascença no seu corpo, ela parecia uma cicatriz, sendo que nunca havia se machucado, logo as coisas começaram a ficar estranhas para a família porque a irmã Jacqueline morta no acidente tinha a mesma cicatriz, no mesmo lugar.
Com o passar do tempo as coisas ficavam cada vez mais estranhas. Depois que as gêmeas começaram a falar e conforme elas cresciam, começaram a dizer coisas sobre as irmãs mortas (coisas essas, que as duas gêmeas não poderiam saber) e começaram também a pedir brinquedos que eram das irmãs falecidas , brinquedos que elas sabiam até o nome sem ter o conhecimento.
Elas também reconheceram a casa aonde os país moravam com as irmãs falecidas e podiam contar com detalhes o que havia acontecido no momento do acidente das irmãs. Até o hoje ninguém conseguiu explicar como realmente elas ficaram sabendo sobre essas coisas e o que mais intriga sobre as discussões desse caso, é que uma das gêmeas tem a mesma cicatriz da irmã morta.    

Seria uma possível reencarnação?

Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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terça-feira, 3 de maio de 2016

Lenda Urbana de Terror #5: Uma aparição inesperada!


Desde pequenos gostamos de filmes, livros e histórias de terror. Ainda criança, eu, meus irmãos e primos nos reuníamos em volta dos mais velhos para ouvi-los contar suas histórias. Verdade ou não elas serviam para nos deixar apavorados e íamos dormir com aquela sensação de alerta. Onde qualquer barulho nos chamava a atenção deixando nossa imaginação fluir. Seriam os sons noturnos causados por alguma entidade sobrenatural? Ou eram apenas grilos, cães e o vento nas árvores? Quando estamos assustados qualquer som nos parece aterrorizante!

Gustavo tinha ido até o seu vizinho participar de um mutirão para a construção de um celeiro. O tempo para concluir a tarefa acabou se alongando mais que o esperado e a escuridão avançou rapidamente. Terminado o serviço do dia e depois de algumas conversas todos seguiram por caminhos diferentes rumo às suas casas.
Era uma noite de lua cheia e apesar de sua luz ajudar a clarear o caminho, criava sombras assustadoras pela mata. Gustavo  caminhava por uma trilha com um pequeno lampião na mão, que sempre ajudava caso avista-se alguma cobra pelo caminho, e um facão na outra mão para sua proteção. Como era uma região serrana a neblina se formava lentamente tornando a paisagem mais fria e assustadora.
Acostumado com a vida da roça, Gustavo caminhava indiferente à situação, porém atento aos sons da mata. Quando estava próximo de casa escutou um barulho não muito longe dali. Pareceu ser um rosnado, então concentrou-se na sua audição tentando adivinhar de que lado estava vindo aqueles ruídos. O que poderia ser? Talvez algum cachorro do mato. Acelerou seus passos e apertou o cabo do facão para se sentir mais seguro. Novamente ouviu o rosnado de um bicho, desta vez mais alto, era como se aquilo estivesse se aproximando. Continuou caminhando quando de-repente  avistou um vulto negro pular na trilha bem na sua frente.Como defesa colocou as duas mãos para frente com o facão em posição ofensiva e o lampião iluminando a criatura.
Era algo que nunca havia visto antes. Uma espécie de cachorro muito grande, sua boca se abria ameaçadoramente mostrando presas afiadas. O seu corpo era coberto de pelos negros e suas patas eram grandes como as de um urso. A criatura babava, rosnava e avançava em sua direção. Gustavo  desceu o facão e acertou a orelha do bicho que ganiu e recuou para a lateral da trilha. Os sons que aquela criatura emanava pareciam ser coisa de outro mundo. Gemidos horríveis. Recuperado do choque inicial, começou a correr pela trilha. Correu o mais rápido que pode até chegar em casa. Abriu a porta e a trancou,procurando imediatamente pelo rifle que possuía.
Sua esposa levantou e veio ver o que estava acontecendo. Ao olhar para o seu marido viu o terror estampado em seus olhos. Perguntou o que estava acontecendo e Gustavo disse que uma coisa ruim havia cruzado o seu caminho, mas que tinha lhe arrancado uma orelha. Lá fora, ao longe , ainda ouvia-se os ganidos e rosnados. Ficou atento próximo a porta dizendo que se a criatura quisesse entrar iria estourar a sua cabeça. A mulher se agarrou a um crucifixo e ajoelhada pôs-se a rezar. Aos poucos os ganidos cessaram e ao que parece o bicho foi embora.

No dia seguinte Gustavo  e sua esposa foram até os seus vizinhos perguntar se também haviam visto ou ouvido algo estranho na noite anterior e para sua surpresa, encontraram um deles com um estranho curativo na região da orelha... Parecia que um pedaço dela havia sido decepada. Rumores correram dizendo que aquele velho solitário era um lobisomem.

Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Os 7 mistérios sobrenaturais jamais resolvidos!
2° PARTE

A cada geração surgem novos medos, coisas do Além que acabam virando lendas urbanas e mistérios indecifráveis. Nessa nova série do blog Relatos do Além vamos apresentar as 7 histórias mais macabras e interessantes sem resolução aparente.

2- O vampiro de Croglin Grange:


Croglin Hall, foi originalmente uma propriedade da família Fisther. Em algum momento no inicio do século 19, a posse do local mudou para a família Craswell. Formados por dois irmãos e uma irmã. Amélia mudou-se para o corredor após um período de ele ficar vago durante um rigoroso inverno.
Assim que instalados em sua nova residência, logo foram recebidos pela comunidade local onde todos deram-se muito bem e a família ficou muito popular pela região.
E assim foi passando o tempo a primavera deu lugar ao verão, onde muitas vezes os 3 irmãos sentavam-se na varanda logo no inicio da noite onde ficavam a observar as sombras caírem sobre os vastos gramados.
Certa noite Amélia retirou-se para seu quarto e decidiu deixar as persianas abertas para que ela pudesse aproveitar a suave luz do luar, onde entrava banhando o gramado com um leve brilho prateado.
Ela sentou-se apoiando em seus travesseiros, olhando fixamente para fora, observando o gramado em direção ao cinturão das árvores onde separava sua propriedade da igreja e um cemitério.
Ao olhar naquela direção, avistou dois pontos pequenos de luz que se esgueiravam por entre as sombras das árvores.
Curiosa ela saiu da sua cama e atravessou o quarto até a janela para tentar ver mais de perto o que era aquilo. Conseguiu ver um pouco melhor agora quando percebeu que os dois pontos de luz estavam fixos em algo. De repente aquele "algo" saiu das sombras das árvores, com um sobressalto, ela percebeu que aquelas luzes eram olhos brilhando em uma silhueta negra.
A figura era alta e esguia, parecia atravessar o gramado em segundos, quando ela se afastou da janela horrorizada com o que havia visto. Aproximou-se do outro lado do vidro uma coisa de face marrom toda enrugada com olhos que brilhavam como carvão na brasa.
Amélia entrou em desespero tentava gritar mas sua voz não saia, então ela pulou para a porta de seu quarto a qual estava trancada, sendo que a porta era muito próxima da janela, obrigando assim a encarar aquela criatura horrível.
Quando deparou-se que a criatura estava pegando em uma das janelas, logo houve o som do vidro se quebrando no chão, e ela viu uma mão ossuda atravessar a janela e destrava-la.
Logo a criatura atravessou e entrou em seu quarto e agora estava bem próxima dela.Sentindo uma dor aguda em seu pescoço Amélia não conseguindo se libertar gritou em desespero.
Quando seus dois irmãos vieram correndo pelo corredor ao encontrarem a porta trancada, arrombaram sem pestanejar . No momento em que entraram em seu quarto a criatura já havia fugindo onde corria pelo gramado em direção ao cemitério.
Amélia estava desmaiada em sua cama onde sangrava muito de um ferimento em seu pescoço,um dos seus dois irmãos decidiu ir atras daquela coisa através do gramado, mas a criatura muito rápida conseguiu escapar com facilidade atravessando o muro em um único salto. Então ele voltou para ajudar os dois irmãos, saia muito sangue da garganta de Amélia, mas logo conseguiram estancar e estabiliza-la. Ao sobreviver ao ataque Amélia mudou-se temporariamente para a Suíça pois queria esquecer aquilo tudo antes de voltar a Croglin Hall por insistência própria.

O Retorno!

Após algum tempo Amélia estava de volta onde instalou-se novamente naquele mesmo quarto com aquela vista para o gramado, mas dessa vez seus dois irmão mudaram-se para os quartos ao lado, e a porta do quarto de Amélia agora ficavam sempre destrancadas. Duas pistolas foram carregadas ficando sempre na mesa do corredor. Não demorou muito e certa noite lá estavam aqueles dois pontos de luz novamente, movendo-se pelo gramado.
Amélia ao lembrar daquele rosto já foi entrando em desespero quando a criatura aproximou-se novamente ela conseguiu gritar um som tão ensurdecedor que logo seus irmãos rapidamente vieram correndo para ajuda-la, um deles pegou a pistola e correu para o lado de fora para tentar pegar a criatura correndo pelo gramado, ele a mirou acerando em cheio na perna da criatura.
A criatura tropeçou e vacilou, quando ele correu atras da criatura ela conseguiu escapar escalando o muro, logo o irmão de Amélia na adrenalina que estava também conseguiu escalar o muro alto e correu em direção ao lado extremo da igreja, seguindo-a sem que a criatura o percebesse.
Logo avistou uma tumba onde a criatura se escondeu, sozinho ele decidiu então voltar para casa e voltar naquele local logo pela manha.
No dia seguinte os três irmão e alguns moradores foram até o local no cemitério perto da igreja, mas a criatura havia sumido, ao abrirem a tumba encontraram vários caixões que haviam sido arrombados, haviam muitos corpos ali dentro todos mutilados.
Mas apenas um caixão estava intacto então quando abriram aquele caixão encontraram um cadáver murcho igual a aparência da criatura que Amélia havia descrito a eles, o irmão de Amélia que havia atirado na criatura na noite anterior notou uma marca de tiro em uma das pernas do cadáver. Logo o outro irmão de Amélia retirou de seu bolso da calça um canivete e começou a cavocar o buraco da perna daquela coisa, logo ele retirou a bala, era a mesma bala da pistola usada na noite anterior. Então eles e os moradores arrastaram aquele caixão com a criatura dentro, para longe dali e atearam fogo, pondo fim ao Vampiro de Croglin. 


Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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