Além da Imaginação Real

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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Roteiro de viagens do Além! #22

Todos os dias e anos em cada canto do mundo, o turismo de horror vem aumentando. Agências oferecem passeios em locais onde aconteceram homicídios, prisões oferecendo pacotes em que o hospede é tratado como um presidiário e visitas em casas mal assombradas. 
Porque as pessoas querem tanto visitar lugares que muitas vezes são marcados pelo sofrimento?
Os motivos são vários, desde aprender com os erros do passado como também apenas pela simples curiosidade, estudiosos querendo investigar esses fenômenos paranormais e etc.
Seja qual for seu interesse, tenha uma boa viagem


Stay On Main:
Los Angeles, Estados Unidos

A Quinta temporada da séria American Horror Story é inspirada na história deste lugar, que até recentemente se chamava Celil Hotel.
Corredores secretos e hist´rias de assassinatos e suícidio fazem a fama do lugar desde que ele abriu, em 1927. 
Em 1964, uma moradora da cidade foi encontrada estrangulada em um dos 600 quartos. Em 2013 os residentes e hóspedes temporários passaram 10 dias escovando os dentes e tomando banho de água contaminada por um cadáver.
Foi este o tempo que a polícia demorou para encontrar o corpo da turista canadense Elisa Lam, de 21 anos. Um vídeo do elevador datado em 31 de janeiro, mostra Elisa agitada, encolhida em um canto e conversando com alguém que não aparece na imagem.
Seu corpo nu foi encontrado dentro da caixa d'água apenas em 19 de fevereiro. E mais: na lixeira da rua atrás do hotel, em 1985, o assassino Richard Ramirez descartou as roupas ensanguentadas de suas, pelo menos 13 vítimas. Em 1991, um imitador de Ramirez, o austríaco Jack Unterweger, matou 3 prostitutas dentor do hotel.



Segue o vídeo de Elisa Lam, fato ocorrido no ano de 2013!


Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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terça-feira, 4 de abril de 2017


Contos de Terror!


Uma Noite Inesquecível!

Era uma noite chuvosa quando um pai e sua filha voltavam do hospital onde ficaram o dia inteiro na espera da esposa e mãe que estava internada, com uma grave doença desconhecida que consumia sua vida e os médicos não sabiam o que fazer.

Como o hospital era longe, eles tinham que cruzar uma longa estrada escura que cortava um grande bosque. O som da chuva batendo no teto do carro , fazia um barulho relaxante e a garota começou a cochilar.

Repentinamente ouviu-se um grande estrondo. O trovão veio forte e um relâmpago iluminou a noite. O pai segurou firme o volante e o carro derrapou na estrada molhada até bater em um barranco.

Após verificar se sua filha não estava machucada o homem decidiu sair do carro para ver os estragos que o veículo havia sofrido. Os dois pneus dianteiros estavam furados e uma das rodas amassada.

- Parece que passamos por cima de algo grande na estrada. – disse o homem.

A filha, debruçada na janela, perguntou receosa:

- Mas você pode consertar pai?

- Não – disse o homem balançando a cabeça. – Eu só tenho um estepe e vou ter que voltar a pé até a cidade para encontrar alguém que possa nos rebocar. Não é longe daqui. Você pode esperar no carro até eu voltar.

- Tudo bem. – disse ela . – Mas não demore muito tempo.

O pai percebeu o medo nos olhos de sua filha e afirmou que iria o mais rápido possível.

A filha olhou pelo vidro de trás até ver o pai desaparecer,caminhando pela estrada no meio da noite.

Havia passado mais de uma hora e o homem ainda não tinha retornado. A garota começou a ficar preocupada, qual seria o motivo de tanta demora? Será que seu pai não havia encontrando nenhum reboque? O medo de ficar naquela estrada escura aumentava cada vez mais, até que ela viu um vulto ao longe, vindo pela estrada.

Inicialmente ela ficou alegre, pois pensou que fosse seu pai, porém a alegria inicial foi virando medo quando ela percebeu que era um homem estranho que vinha caminhando pela estrada. Agora, mais perto e iluminado pelos eventuais relâmpagos podia ver que se tratava de um homem alto, vestindo macacão e com uma barba em torno do rosto. Notou que algo grande estava sendo carregado em sua mão esquerda.

A garota começou a ficar nervosa e rapidamente trancou todas as portas do carro, após fazer isto e se sentir mais segura olhou para fora: o homem havia parado e olhava fixamente para ela há uma distância a alguns metros.

De repente ele levantou o braço e a menina soltou um grito horripilante. Seu corpo todo tremia, as lágrimas invadiram seus olhos e apavorada viu que na mão esquerda o homem segurava a cabeça decepada de seu pai.

Seu coração batia aceleradamente e ela gritava sem parar. A expressão grotesca de seu pai era horrível. A boca estava entreaberta com a língua de fora e os olhos estavam todos brancos.

Do lado de fora, colado em sua janela o homem olhava com raiva para ela. Seus olhos estavam injetados de sangue e seu rosto era coberto de cicatrizes. Por um breve momento ele ficou sorrindo para ela como se fosse um louco, então lentamente ele colocou a mão no bolso, tirou algo e agitou para que ela visse.

Na sua mão estava as chaves do carro do seu pai...
Conto enviado por: Felipe AG!


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terça-feira, 7 de março de 2017

Roteiro de viagens do Além! #21

Todos os dias e anos em cada canto do mundo, o turismo de horror vem aumentando. Agências oferecem passeios em locais onde aconteceram homicídios, prisões oferecendo pacotes em que o hospede é tratado como um presidiário e visitas em casas mal assombradas. 
Porque as pessoas querem tanto visitar lugares que muitas vezes são marcados pelo sofrimento?
Os motivos são vários, desde aprender com os erros do passado como também apenas pela simples curiosidade, estudiosos querendo investigar esses fenômenos paranormais e etc.
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Cemitério de Stull
Estados Unidos

Do Kansas é tão mal vista que o cemitério tem fama de formar um portal que leva direto para o inferno.
Fundada por colonos alemães na metade do século 19, Stull cresceu em torno de uma igreja evangélicas construída em 1867 e demolida em 2002.
A comunidade perdeu força depois que um morador se enforcou em uma árvore e um garoto morreu queimado.
O cemitério teria uma escadaria escondida, que só poderia ser encontrada em noite de Halloween.
Nestas ocasiões, á meia-noite, o diabo viria ao nosso mundo para reencontrar seu filho, resultado do cruzamento com uma bruxa.
O monstro teria aspecto de um lobisomem.

 A evidência? Os visitantes do Cemitério de Stull dizem que são atingidos por um forte vento que joga no chão, e paralisa temporariamente. Curiosamente, o nome da cidade foi mudado de Skull (crânio) para Stull devido a sua associação com a magia negra.

Nada alem disso parece estranho, mas não tente visita-lo. O xerife avisa: "se você entrar no cemitério em qualquer hora do dia ou da noite, sem permissão, você será preso e levado para cadeia. Parece cruel mas é necessário para manter os caçadores de demônios longe do local…".



Outro fato que aumenta ainda mais a fama do local ocorreu quando Papa João Paulo II chegou a obrigar o seu avião a fazer um desvio, para não passar sobre essa zona. Uma revista perguntou porque o papa João Paulo II ordenou que seu avião contornasse a área de Kansas. Ele respondeu que era porque ele não queria passar sobre o "solo amaldiçoado".

Em novembro de 1974, um artigo apareceu no jornal estudantil da Universidade do Kansas, onde eram descritos os estranhos acontecimentos, que supostamente ocorreram no cemitério Stull. Segundo a história, o cemitério em Stull Kansas foi uma das sete portas de entrada para o inferno. (Os outros seis foram localizadas em Oklahoma). E que duas vezes por ano, no Dia das Bruxas e do Equinócio da Primavera, o Diabo vem para visitar o cemitério.


Embora o artigo não lista qualquer fonte definitiva, ele disse que a história "passou para trás pelo menos 100 anos", e que os estudantes locais "sabiam da história através de seus avós." O artigo passou a dizer que os estudantes que visitaram o cemitério experimentaram perda de memória, e distúrbio nos sentidos, alem de ser agarrada por mãos invisíveis.

A cidade tornou-se amaldiçoado, quando em 1850, uma mão invisível assassinou o prefeito da cidade em um celeiro de pedra antiga localizada no cemitério. (Deer Creek foi um prefeito que menos ficou na comunidade em 1850).

Uma escada para o inferno foi localizado na igreja de pedra antiga no interior do cemitério. Apesar do fato de que o telhado tinha caído há muito tempo, e nenhuma chuva cairia dentro da igreja. Além de uma cruz pendurada em uma parede virada de cabeça para baixo, na direção da escada.


Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Noticias do Além:  Mulher diz ter sido atacada por 'lobisomem' em cidade no interior do MS!


A Polícia Militar de Iguatemi, no Mato Grosso do Sul, foi chamada na madrugada desta terça-feira (21) para atender a uma ocorrência, no mínimo, estranha: uma mulher afirmava ter sido atacada por um lobisomem. 

O relato foi feito pela professora Regina de Abreu, de 55 anos, que contou que ia visitar a filha na casa dela quando, ao passar por um local com mato alto no bairro Waloszek Konrad, viu um animal de grande porte e muito peludo avançar contra seu carro. O marido de Regina, que estava ao lado dela, disse que não viu nada. 
Ao parar o carro, o casal foi abordado por uma moradora que disse ter visto um animal estranho, parecido com um lobisomem, tentando atacar o carro de Regina. Em seguida, ele teria fugido pela mata. 

O caso não é novidade entre os moradores da região: cerca de 30 residentes do bairro já afirmaram, em outras ocasiões, terem visto o animal. Eles se reuniram e foram em busca dele, armados com pedaços de pau e foices. O grupo chamou a PM, que também fez buscas pela região e registrou boletim de ocorrência. Os moradores disseram que irão fazer novas buscas hoje.

A cidade de Iguatemi fica a cerca de de 451 quilômetros de Campo Grande e tem cerca de 15 mil habitantes.

Fonte: Rede TV!

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Noticias do Além: Moradora da Capital que sobreviveu a Auschwitz relembra os horrores do nazismo.


Aos 90 anos, em um abrigo na zona norte de Porto Alegre, Sara Perelmuter ainda é assombrada à noite por pesadelos que a levam de volta ao mega campo de extermínio nazista , desmantelado pelo Exército Vermelho em 27 de janeiro de 1945.

Com a voz baixa, o olhar por vezes atento, por outras, distante, Sara Perelmuter, 90 anos, anuncia que se aproxima um dia comemorativo. Tentando se agarrar à memória, que hoje insiste em falhar, sabe que é seu dever rememorar a importância da data, ainda que as lembranças passeiem vagas por sua cabeça. Há exatos 70 anos, em 27 de janeiro de 1945, os soldados soviéticos adentravam os portões do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, libertando os 7 mil prisioneiros remanescentes daquela que foi a maior fábrica de morte da história. Sara é uma das sobreviventes. 


– Vai ser o dia das vítimas do Holocausto. Acho que sonhei nesta noite com isso – disse a ex-prisioneira.

A data marca o início do retorno de milhares de judeus, deste e de outros campos de extermínio espalhados pela Europa, à esperança de uma vida digna. Entre eles, Sara reencontrou, no auge dos seus 20 anos – e pesando apenas 25 quilos –, uma chance de reconstruir sua história. Uma das poucas sobreviventes de Auschwitz vivendo no Rio Grande do Sul, ela relembra, com a ajuda do filho adotivo, Isac, 61 anos, um pouco dos dias em que se alimentou, literalmente, de sonhos:

– Assim que foi levada ao campo de concentração, minha mãe sonhava todas as noites que jantava um farto banquete ao lado da família. Acordava acreditando estar sem fome e dava a única batata crua, que recebiam para comer por dia, para a tia dela, ajudando-a a sobreviver – relatou o filho.

Foi aos 15 anos que Sara viu seus pais e irmãos pela última vez. Natural da então Checoslováquia, ela viajara à Hungria para cuidar de uma tia doente quando soube que seus parentes haviam sido levados a um campo de concentração. Deles, nunca mais teve notícias.

O ano era 1940, e a guerra se alastrava pelo continente europeu. Não demorou muito para que a jovem e a tia também fossem recolhidas pelos nazistas, em maio de 1941, e levadas a Auschwitz, o maior campo de extermínio. Ao chegar ao local, elas e outras centenas de prisioneiros foram postos em uma fila que se bifurcava em duas levas. Os da direita iam para o trabalho. Os da esquerda, para a morte. Os últimos, segurando sabonetes, acreditavam estar a caminho do banho, mas, em vez de água, eram expostos ao gás e morriam asfixiados. 

– Todos nós víamos isso. Eu ia ao banheiro no dia seguinte, e lá estavam os corpos socados no chão. Eles matavam os velhos, as crianças e os deficientes físicos – descreveu Sara há alguns anos, em um relato destinado a guardar a memória do genocídio.

Durante os meses em que permaneceu em Auschwitz, dormia em pequenos beliches com outras dezenas de prisioneiros, em um espaço que não lhes permitia estender os pés. Obrigada a ingerir venenos como parte de experimentos de métodos de esterilização em massa, Sara não pôde ter filhos.

Trabalhando no setor de armamentos do campo, ela relembra que as condições em que viviam eram “semelhantes às de animais”. Quando lhes era oferecida sopa para comer – o que chamavam de sopa, na verdade era uma tigela aguada com alguns resquícios de vegetais que se concentravam no fundo –, tinham de fracionar as porções em pequenas quantidades e bebê-las com os dedos. Colher era artigo de luxo. Ao final de cada semana de trabalho, recebiam como pagamento sabonetes que, depois, descobriu-se serem feitos com a gordura dos prisioneiros mortos. Outras poucas vezes, a recompensa era geleia de maçã.

Durante os oito meses em que ficou no campo, vivenciou a experiência recorrente de sentir a pele queimada em carne viva pelas horas de exposição ao sol e aprendeu a conviver com o esgotamento físico e mental e a ideia de morte iminente. 

A primeira luz de esperança para a jovem, então com 16 anos, veio do engenheiro alemão Oskar Schindler. Em 1942, ele recrutou judeus prisioneiros para trabalhar em sua fábrica de alumínio, fora do campo. Sara estava entre as 800 mulheres selecionadas. Pouco depois, entretanto, foi levada de volta a Auschwitz. No dia da libertação, os prisioneiros foram acordados por gritos: a guerra estava terminada.

– Nós chorávamos, nos abraçávamos e não sabíamos o que fazer. Eles (a Cruz Vermelha) nos deram latas de conserva de carne, sardinha, pão, e a gente jogava isso para dentro dos vagões, para os homens que estavam muito fracos – relembra.

Quarenta quilos mais magra, Sara foi levada por soldados americanos à Hungria, onde permaneceu por pouco tempo. Depois de um período na Itália, optou por recomeçar a vida no Brasil, onde desembarcou em 1947. Desde 1956 escolheu o Rio Grande do Sul para residir. Vivendo em um asilo na zona norte de Porto Alegre, continua presa às lembranças do campo. À noite, pesadelos insistem em levá-la a viajar pelas memórias do terror:

– É algo que não desejo para ninguém. A gente vai vivendo, se arrastando, as coisas vão passando, mas não dá para esquecer.


Sara Perelmuter


Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Lenda Urbana de Terror #8


Terror na casa 107

Um casal com três filhos tinham acabado de chegar de Pernambuco para São Paulo. Eles não tinham onde ficar e andaram o dia todo, ao anoitecer esse casal passou em frente a uma casa  velha e abandonada, o marido Dionísio falou para mulher.

Dionísio -Vamos passar a noite aqui até o amanhecer?

A mulher aceita, pois as crianças estavam cansadas e precisavam dormir. O casal entrou nessa casa, e se acomodaram em um dos cômodos, as crianças que como estavam muito cansadas não custaram a dormir,Dionísio e sua mulher ficaram conversando como iriam se arrumar em São Paulo, pois durante o dia iam ter que andar muito atrás de trabalho.

No momento que eles estavam conversando, eles escutaram uns passos pela casa e suspeitaram se poderia ter mais alguém na casa, saíram a procurar quem estava andando pela casa.
Quando abriram a porta que dava para a cozinha, eles viram uma mulher que estava de costas, de cabelos compridos preto, Dionísio perguntou.

Dionísio- A senhora está precisando de alguma coisa?
Quando a mulher virou de frente, Dionísio viu a uma face desconfigurada, totalmente deformada, e no lugar dos olhos, dois buracos negros. Esse casal correu para o cômodo onde estavam as crianças, trancaram a porta e ficaram calados.

Depois disso, passaram a ouvir barulhos como se alguém estivesse arrastando móveis e batendo portas. As crianças acordaram no meio da noite chorando e diziam que estavam vendo uma mulher feia, Dionísio e sua esposa logo imaginaram que era a mesma que eles tinham visto na cozinha, mesmo com todo aquele tormento eles esperaram amanhecer o dia.

Na manhã seguinte eles arrumaram as coisas e saíram da casa. Só depois de alguns dias eles ficaram sabendo que naquela casa morava um casal e o marido assassinou a mulher e depois fugiu, a polícia encontrou o corpo da mulher caído na cozinha com varias facadas.

E aquela casa ficou fechada por muito tempo. Dionísio e sua esposa ficaram num abrigo com os filhos até encontrarem um emprego e um  lugar para morar.


Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Roteiro de viagens do Além! #20

Todos os dias e anos em cada canto do mundo, o turismo de horror vem aumentando. Agências oferecem passeios em locais onde aconteceram homicídios, prisões oferecendo pacotes em que o hospede é tratado como um presidiário e visitas em casas mal assombradas. 
Porque as pessoas querem tanto visitar lugares que muitas vezes são marcados pelo sofrimento?
Os motivos são vários, desde aprender com os erros do passado como também apenas pela simples curiosidade, estudiosos querendo investigar esses fenômenos paranormais e etc.
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Lizzie Borden Bed And Breakfast

A casa onde um rico casal de Massachusetts foi assassinado no século 19. Hoje é um hotel onde coloca visitantes em contato direto com o crime.
É possível dormir no mesmo quarto onde em 123 anos atras, na manha do dia 04 de agosto de 1892, uma senhora de 64 anos , chamada de Abby Borden foi atacada com um objeto cortante até tombar de bruços.
Seu rosto ficou completamente desconfigurado, quando ao seu marido , Andrew, de 69 anos, assassinado em outro cômodo, uma sala de estar no térreo, onde atualmente, os turistas podem sentar-se para ler uma revista.  
É a casa onde aconteceu um dos crimes, mais famosos da história dos Estados Unidos, hoje funciona como um hotel e museu.
Entre as atrações oferecidas está a encenação dos crimes, realizada todos os anos no dia 4 de agosto.
O casal vivia com duas filhas de Andrew, Emma e Lizzie. Acusada de cometer o crime, Lizzie se viu inocentada.
Não havia provas de sua participação, mas a repercussão do caso acabou com a imagem da jovem, que tinha 32 anos quando o crime aconteceu, e só viria a falecer aos 66 anos. Nenhum outro suspeito foi apontado.
A polícia dizia que ela tinha um motivo para matar: a relação com Abby era tensa. Casada com seu pai três anos depois da morte da mãe biológica, a madrasta e sua família vinham recebendo imóveis e grandes somas de dinheiro de Andrew.
Lizzie era a única pessoa na residência na hora do crime e foi quem encontrou os cadáveres,
Além disso, um assassino teria que passar a manhã inteira na casa, sem ser notado, porque a mulher foi morta por volta das 09:00 horas e o marido, que estava na rua, só perdeu a vida depois das 11:00 horas.
Nesse intervalo de tempo, Lizzie não teria percebido a presença de um intruso nem ouvido os golpes.
A seu favor, na opinião de júri, formado por 12 homens no século 19, estava a crença de que uma mulher jamais seria capaz de cometer um crime tão medonho.
Mesmo quando o que estava em jogo, para as duas filhas, era o patrimônio estimado em US$ 7 milhões em valores corrigidos.
A casa onde aconteceram os assassinatos é conhecida pelas atividades paranormais. Aromas florais surgem do nada, passos são ouvidos sobre o teto de cômodos que ficam no piso mais alto da casa, portas se abrem sozinhas e se fecham com estrondo, sombras parecem subir e descer as escadas da residência. Com frequência, clientes precisam ser convencidos a não fugir do hotel no meio da madrugada, de tão assustados que ficam.




Lizzie Borden


Pesquisa e Adaptação: Milena Zorek!


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